Quando o telefone toca e só dói: A história de uma mãe brasileira e sua filha distante
Sou Marta, mãe de Ana Clara, e cada ligação dela é um misto de esperança e dor. Meu marido, Paulo, e eu vivemos entre o amor incondicional e a sensação de sermos apenas um caixa eletrônico para nossa filha. Não sei mais quando foi que o carinho virou cobrança, e me pergunto se ainda existe um caminho de volta para nós.