«João, estou em Lisboa, e as crianças ficaram com a minha mãe. Por favor, perdoa-me e tenta compreender!» – O desabafo de uma mãe exausta que precisou fugir para não se perder de si mesma
A minha vida tornou-se uma rotina sufocante, onde cada dia era uma batalha silenciosa. Entre discussões, solidão e o peso de ser sempre a responsável, cheguei ao limite. Hoje, partilho a decisão mais difícil da minha vida e pergunto: até onde vai a nossa paciência e como podemos recuperar o nosso valor perante quem mais amamos?