Onde Ninguém Se Perde
Nove meses se passaram desde que meu irmão Artur desapareceu sem deixar vestígios. Cada dia sem notícias dele era como uma ferida aberta, e a esperança se misturava com o desespero na rotina da nossa família. Entre cartas não respondidas, suspeitas e segredos familiares, enfrentei o medo de nunca mais vê-lo e a dor de descobrir verdades que mudariam para sempre o rumo da nossa história.