Tenho 67 anos, moro sozinha e imploro aos meus filhos por ajuda, mas eles recusam – não sei o que fazer agora…
Sou Maria Aparecida, tenho 67 anos e vivo sozinha desde que meu marido faleceu. Sinto a solidão me consumir e, mesmo implorando aos meus filhos para que me acolham, eles sempre dizem não. Entre memórias, mágoas e silêncios, tento entender onde foi que tudo se perdeu.